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A TRAJETÓRIA DO PAPAMÓVEL – O CARRO DO PAPA


Por Administrador | 11 de março de 2013 | Publicado em: Carros

A TRAJETÓRIA DO PAPAMÓVEL – A idéia inicial de produzir um carro com uma cúpula foi devido a um atentado sofrido pelo Papa João Paulo II no ano de 1981.

TRAJETORIA DO PAPAMOVEL

Com o decorrer dos anos, tecnologias foram inseridas para melhor adaptação do Papa, que faz exigências como ar condicionado, iluminação e melhor comunicação com o motorista, além de um rádio. O atual modelo da Mercedez, não emite gases poluentes e possui bateria recarregável alem de vidros blindados, este é o primeiro modelo preocupado com o meio ambiente usado pelo Papa.

Normalmente, empresas cedem o papamóvel durante a visita do Papa, porem este novo modelo pode ser transportado de avião, não necessitando mais de um modelo por região visitada, devido ao rebaixamento que teve inserido no modelo, que levou nove meses de construção, desde a idealização da estrutura até a fabricação completa.

O primeiro Papamóvel produzido pela Mercedez foi um modelo Nürburg 460 Pullman Saloon no ano de 1930 usado pelo Papa XI, em 1960 o modelo da Mercedez era o 300 D com teto soft top, para maior aproximação com os fieis; na década de 80, o Classe G da Mercedez trazia uma arquitetura semelhante a atual, com cúpula de vidro; em 1985 o Sedã 500 tinha teto solar com vidro corta vento. O modelo 600 Pullman Landaulet é uma variação do 300 D, mas esta foi utilizada em 1965; o jipe Classe M da Mercedez chegou no ano 2000 com o modelo de cúpula de vidro também.

A parceria entre os pontífices e a marca Mercedez, duram pelo menos 80 anos, mas já existiram papamoveis de outras marcas, como a Renault que no ano de 2012 presenteou o Papa com um modelo Kangoo Maxi ZE na cor branca com o brazão papal nas portas laterais e a tradicional cor branca madrepérola aderida a partir da década de 80, antes disso, os papamoveis eram na cor preta. . O Papa teve ainda um jipe da Mercedez baseado no modelo 230 G e outro baseado no SEL 300.

Todos os modelos tinham assento confortável e limites de velocidade, alguns modelos, como os primeiros que o pontífice recebeu, possuíam apenas o teto retrátil, posteriormente aderindo a cúpula de vidro e por fim a blindagem. O atual carro do Papa, pode suportar tiros de fuzil e granadas, apesar de não haver mais atentados desde a década de 80.


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